Antonival Zirr

sábado, 1 de agosto de 2009

Ser bom, mas não tolo; eis a questão.

Registrar um bem recebido, mais antes uma pequena advertência, advertir algo nada mais grato do que fazer uma advertência com doçura e com conhecimento, para isso uso as palavras do pensador humanista González Pecotche, criador da ciência logosófica.

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“O bem que fizermos ao semelhante deve ser espontâneo, nunca obrigado; nem sequer pelas circunstâncias. Isto quer dizer que nossa bondade terá de estar subordinada unicamente ao nosso livre arbítrio e ao nosso sentir”.
Da Sabedoria Logosófica
Não haverá bem maior do que aquele que recebemos justamente pelo bem que fazemos ao nosso semelhante, sem os fragmentos da obrigação. Muitas vezes tenho observado muitos amigos fazerem o bem, observo nessas atuações um fragmento da bondade de Deus.
Também observo que muitos os fazem por temor, porque acha que tem que fazer, porque a dificuldade de um e outro é sua responsabilidade. Deixamos de lado essas dificuldades de outros e vamos pensar mais sobre essa questão.
O Bem que temos que dar ao nosso semelhante como diz Pecotche tem que ser espontâneo, por que se não for assim, tem o pensamento do interesse, essa já não será uma bondade realizada conscientemente, mais ainda se fizer um bem e esperar ele de volta da mesma pessoa, também é fruto do interesse.
A mulher O que quero dizer é temos sim que fazer o bem e olhar a quem sim. Essa crença antagônica de dizer que devemos fazer o bem sem olhar a quem! É um bem que não se perpetua. O bem tem que seguir a lei de correspondência, quando me refiro a essa lei, digo que quando se der um bem, procurar que esse bem seja dado a um ser, e que esse ser seja merecedor desse bem, o exemplo desse merecimento é, aquele bem que fazemos a um e onde observamos que ele será repassado a outro e assim continuadamente, para que esse valor essa virtude não fique egoisticamente nas mãos daquele que o recebeu.
Nada mais prático para se comprovar uma verdade, como as nossas próprias experiências de nossas realizações e iniciativas. Veja esse exemplo que tive de uma gratidão recebida pelo um bem realizado, maior do que um bem recebido, deixei registrado essa gratidão na sobrecapa do livro a quem estava presenteando.
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O livro que presenteio, está contido nele, meus mais puros sentimentos, pois é justamente essa a gratidão que tenho quando dou um livro, estou deixando um pedacinho de mim, em imagens invisíveis às escondidas, mas só poderá ver essa imagem quando conseguir ler com o coração, pois é justamente a sua parte sensível que vai revelar essa imagem. Assim através dos conhecimentos que estão nesse livro, será em verdade para alimentar seu espírito.
O perfume que vai nesse livro, tem também os mesmos sentimentos, mas esse por se físico é para perfumar a alma.
Só que um perfume deve ser dado apenas para quem amamos, pois é uma forma sentir o cheiro da pessoa amada, assim como sentimos os perfumes das flores dos campos, sentimos mesmo sem poder tocar. Mas deixamos tocar o coração pelo ar perfumado que enche os pulmões.




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Um comentário:

  1. "Não saiba tua mão esquerda o que faz a direita..(Mateus 6)"...

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