segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

O Curioso Caso de Benjamin Button



Algumas reflexões sobre o filme 
e meu comentário sobre o mesmo relacionado a vida humana

Assistindo pela segunda vez o filme, o mais curioso não é a idade inversa do personagem e sim as reflexões relatadas pelo ator nas suas observações e experiências na vida, consigo mesmo e com seus semelhantes.




O que não estiver de azul no texto são as reflexões.

Marinheiro: Estive observando você, parece uma pessoa confiável.
Daisy: Você sabia que Benjamin te amou desde a primeira vez? 
Isso é tão difícil.
Nossa você sempre mais jovem, parece que renasceu.

Mãe: Aprendeu alguma coisa nas viagens?

Benjamin: Estranho voltar para casa, mesma sensação mesmo cheiro e 
ai se percebe quem mudou foi você.

Você é uma mulher desejável, a maioria dos colegas devem querer isso…

Enquanto os outros envelheciam eu ficava cada vez mais jovem e sozinho.

Pai: Me apaixonei por ela, assim que a vi.

Vizinho: Já lhe contei que fui atingido pelo raio 7 vezes?

Quantas vezes repetimos as mesmas coisas, 
se não para mesma pessoa para outros.

Benjamin: Você pode ficar revoltado com o destino, 
mas quando chega a hora você tem que aceitar.

Benjamin: Ele é simpático você o ama?
Daisy: Acho que sim.
Benjamin: Fico feliz por você.
Daisy:Ele ia me contar que o pai dele morrera.

  
            

Os diversos relatos e fatos das circunstancias que estavam acontecendo com a Daisy, antes de ser acidentada. 

Uma mudança de habito de um dos personagem mudaria tudo na vida de Daisy, observou Benjamin.

Benjamin: Sendo a vida como ela é…

A Daisy tinha que quebrar a perna para resgatar seu amor com Benjamin esse é o grande acontecimento.

Benjamin: Não quero esquecer de como nós dois estamos agora.
Daisy: Estou grávida.

Benjamin: Amar você vale qualquer coisa para mim.

Filha: Esse Benjamin era meu Pai? E é desse jeito que me conta?

Dayse: Você esta bem mais jovem.
Benjamin: Mas só por fora... 
Eu nunca deixei de amar você, 
tem coisas que agente nunca esquece
Parece que eu tive uma vida inteira e não me lembro dela.

Quantas vezes, justamente por falta de atenção consciente 
perdemos vários fragmentos de nossas vidas.

Tempo e vida
Vida e tempo...




Esses pensamentos me fizeram recordar dos ensinamentos que estão
na página 508 –No livro: “O Senhor de Sándara” de González Pecotche.

“A vida humana obedece irresistivelmente às oscilações de seu pêndulo evolutivo. 
Esse pêndulo sofre a influência magnética
de duas partículas lingüísticas,
expressão de duas forças antagônicas
que se arrogam e disputam o domínio
sobre os acontecimentos que marcam,
como balizas, o destino da criatura humana: …”
“... Eis aí o fim de todos aqueles que 

não sabem forjar para si um destino melhor”…


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